Poema do Ir. Jorge

DeMolay 


Sinto ardor cordial em minh’alma
 Chama que clareia a mais súbita escuridão; 
Levantou-me quando caído estava 
O companheirismo nossa maior estrada.
 Querem deixar-nos com grandes pústulas; 
Ameaçando derrubar-nos gritam em alta voz;
 Mas, seus gritos debalde, não são maiores que a verdade; 
E não desistimos, pois, um DeMolay é fiel na labuta! 

 Jacques DeMolay, decrépito nome que alcançou o céu, 
Sua labuta e fidelidade servem de espádua à nos, seus seguidores, 
E seu martírio, chama viva, de nós baluarte. 
Arautos, que a vida damos em oblação para honra de seu nome. 
 Revogamos o que dizem de vil contra nós, 
Mas nunca e serôdio para remir-se,
 E assim levamos a eles à Luz 
E o torrão que em seu peito existe, tornará-se-a um puro coração.

Jorge Armstrong"
Capítulo Itabaiana da Ordem  DeMolay Nº 797

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